terça-feira, 23 de março de 2010

Nem luxo, nem lixo


De repente cai em mim.
São quatro horas da tarde de uma terça-feira, eu estou numa banheira bebendo vinho e escrevendo no meu notebook enquanto procuro passagem aérea para a Europa.
Rá!
Peguei o otário.
A banheira, não tem água quente, tive que encher com balde.
O vinho é um argentino vagabundo que atende pelo codinome Ben e como ninguém ainda o descobriu, consigo comprá-lo por 15,00 a garrafa.
O notebook é meu e é um dos caros, mas foi pago em trocentas vezes, da mesma forma que acontecerá com a passagem para a Europa, caso eu realmente compre.
Nada como ser produtora de cinema.

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