quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Tipo, Mata Hari



E é bem Mata Hari mesmo, porque como ela, não tenho a menor idéia do que eu estou fazendo, mas estou fazendo. Mata Hari era antes de tudo, uma doida. Pelo menos está sempre foi a minha impressão.
Ela precisava sobreviver e criar dois filhos. Gostava de alguns luxos e, sem pensar muito, foi cuidar da vida dela. Esta história de guerra, patriotismo, informação ou contra informação não significavam muito para ela. Ela tinha acesso à algumas informações, precisava de grana para morar bem, comprar roupas caras e jóias. Porque raios ela não venderia? E mesmo depois, quando tudo deu errado, ela continuou sem compreender muito bem.
Eu to fazendo, seja lá o que for, eu to fazendo. Só não quero me dar mal.



sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ponderação sobre as ponderações


O problema de ficar muito tempo sem escrever é que você perde a capacidade de organizar as idéias de uma maneira clara.
O caminho de Santiago acabou trazendo mais dúvidas do que respostas, o que eu acho um saco. To de saco cheio de se compelida a questionar tudo o tempo todo. Esses dias me deu saudades da minha adolescencia, as regras eram claras e a vida simplificada.
Tinha horário para chegar em casa, tinha que passar de ano, fulano era meu amigo, sicrano um chato. Era fácil e eu não me incomodava de ficar de castigo de vez enquando.
Agora quando você é adulto, as coisas passam a ter "desdobramentos". Palavra besta, para situações e ponderações idiotas.