sábado, 19 de julho de 2008

De "como eu me transformei em Japa", ou "como a comida japonesa atinge o cérebro", ou "porque deixei de comer peixe"

O título é para o Jean dar risada. Ele gosta dessas bobeiras de título longo.
Inclusive, pensando agora, percebo que é uma coisa de geração "Muito além..." de qualquer compreensão. Piada interna (bem tosca por sinal).
Eu nem gosto nem desgosto. Prefiro que sejam bons, pode ser longo, curto, tem dias que aceito até mesmo os incompletos.
Voltemos a culinária japonesa. É incrível, certo? Pode ser, mas eu não aguento mais.
Saiu tarde do trabalho? Acaba comendo um japinha com os colegas
Faz tempo que não se falam? Merece um japa.
Impressionar alguém? Japa nele.
Aniversário, velório, encontro, batizado, depressão, tudo é motivo para comer um japinha.
Queria saber como andam as cantinas italianas.
Porque para piorar ainda mais o quadro, todo mundo que se preze anda fazendo um regiminho...
Eu mesma com a desculpa de regime e procurar fazer programas mais saudáveis e menos alcólicos, conheci quase todos os restaurantes típicos na Vila Madalena, Pompéia e região.

Conclusão: o barato sai caro e ressaca de saquê é pior que de wiskey ou cerveja.

Dizem também que cérebro faz bem para o peixe, nesses últimos 20 dias que eu praticamente só comi comida japonesa, não senti nenhuma melhora. Continuo tão dixlesica quanto antes.

Nossa! Bateu uma vontade de falar de trabalho... coisa mais esquisita.

Melhor parar por aqui.

2 comentários:

Paulinha disse...

Ressaca? Imagina... Se o capeta tem uma bebida favorita com certeza é saque. Aliás o inferno deve cheirar a peixe crú e shoyo.
Nossa "japonesmania" está passando dos limites.
Até um simples karaokê foi aonde? Sim, na Liberdade...
Amiguinha, tô contigo.
Viva as cantinas italianas com suas tarantellas !!!
Viva os restaurantes mexicanos com os "Mariachis".
Viva os botecos com cerveja gelada ,samba de roda e/ou MPB!!!

LizandraMA disse...

Não foi aquela única dose de saquê bem da miguelada que te deu ressaca, né? O pé na jaca foi depois, fala sério... e da próxima vez eu topo um mexicano. Vamos ver o bem que a tequila faz...